Louvor À Morte — It's Lizzie



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Louvor À Morte

© Créditos/Reprodução: Louvor à Morte / Netflix

Esta resenha pode e com certeza contém o temido spoiler.. Depois não diz que não avisei, hein?!

Olha a viciada em doramas por aqui atualizando o blog com mais uma dica de dorama coreano para vocês e para não perder o costume, vamos começar pela sinopse bem resumida da Netflix ⤸

No período colonial japonês, o escritor Kim Woo-Jin se apaixona pela soprano feminista coreana Yun Sim-deok. Detalhe: Ele é casado.

Confesso que a sinopse da Netflix não me chamou nenhum pouco à atenção. O que mais me chamou a atenção foi o início do primeiro episódio que começa com um suspense bem suspense se passando em um navio. Aí eu, a louca do Titanic que não pode ver um navio, já pensei: OPA! Suspense + navio = Isso parece ser interessante.

A história de Louvor à Morte (사의 찬미) se passa entre as décadas de 1921 à 192, sendo baseada na vida de Kim U-Jin e Yun Sim-Deok porém partes dessa minissérie televisiva sul-coreana podem divergir dos fatos reais. Eu não posso falar muita coisa por quê o k-drama só tem apenas 3 episódios de quase uma hora cada epsódio, e se eu contar muito eu vou acabar contando a história toda para vocês, né, mas vamos lá..

Kim Woo-Jin, interpretado pelo talentoso Lee Jong-suk, é um dramaturgo coreano que enfrenta a censura da ditadura, ou seja a ocupação japonesa da Coreia. A série mostra claramente este período de ditadura, da qual literatura e canções nacionais passavam por aquele processo todo de censura e banimento, e inclusive a série mostra que até a língua coreana, por exemplo, foi banida. O personagem Kim Woo-Jin chega a ser ameaçado de morte por se recusar a falar o idioma imposto pela ocupação; ele chega até mesmo ser preso e apanhar na prisão por causa de uma frase que continha no roteiro de uma de suas peças teatrais, mesmo o roteiro ter passado pelo processo de censura. Então, tem um pouco de história aí para vocês nesse k-drama.

© Créditos/Reprodução: Instagram

Por ser uma ser uma série de época, muito drama acontece nesses três episódios de Louvor à Morte e eu já aviso: Preparem os lencinhos. Além de Kim Woo-Jin enfrentar a Ocupação, ele ainda tem que enfrentar seu pai que tenta impor, de todos os jeitos possíveis e imagináveis, a maneira de como ele tem que levar a vida mas a primeira pior coisa de todas para Kim Woo-Jin é o fato de não poder escrever e de ter que ficar longe da literatura. A segunda pior coisa é ter que ficar longe da mulher que ama, a soprano feminista Yun Sim Deok. Ou seja, eles passam a viver um amor trágico e proibido.

© Créditos/Reprodução: Louvor à Morte

Apaixonadamente, escutei as maldições colocadas em minha vida. Ela era o único refúgio seguro em minha vida sitiada pelo diabo.

A soprano Yun Sim Deok passou por vários momentos difíceis. Ela se tornou à provedora da família, se recusou à um casamento forjado e com isso resultou em uma grande polêmica que atrapalhou completamente a vida dela como cantora. Sim Deok também sofreu com a ditadura e chegou à ser comparada como uma mulher vulgar por um dos membros da Ocupação mas ela sempre se manteve firme sobre o que queria; e o que ela queria era viver com o Woo-Jin de uma forma ou de outra.

A atuação do Lee Jong-suk é maravilhosa, assim como todo o elenco ali eu achei que fizeram um excelente trabalho e eu gostei muito de assistir Louvor à Morte, embora eu ache que deveria ter mais do que três episódios.

Essa minissérie é muito dramática então não esperem um final feliz, tá?!

E vocês, já assistiram Louvor à Morte? Gostam de minisséries que tem um pouco de história? Me contem aqui nos comentários ♥

24 respostas para “Louvor À Morte”

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(Elizabeth) — Ítalo-brasileira, aspirante a filha de Poisedon, nascida em meados do século XX. Rainha dos dramas e das gambiarras que vive no mundo dos códigos e nos livros. Saiba mais!